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Desmistificando alimentos que engordam e alimentos que não engordam

15 de janeiro de 2016
Por Nutricionista Antonieta Cavalli

Existe um grande mito em classificar certos alimentos como “mais engordativos” e outros “magros”, vamos entender!

Nenhum alimento tem o poder de engordar mais que o outro. O que pode levar ao aumento de peso é a quantidade consumida, e para isso pode ser considerado todo e qualquer alimento.

O que difere sim é o valor calórico de cada um e seus nutrientes.  Calorias em excesso podem sim levar ao aumento de peso corporal.

Um alimento com alta concentração de carboidratos simples e refinados, possui valor calórico elevado. Essas calorias, (chamadas calorias vazias pois não trazem nutrientes para o organismo), são facilmente digeridas e absorvidas. Logo quando consumidas em excesso, e considerando um individuo sedentário, o armazenamento sob forma de gordura é inevitável. Neste grupo de alimentos entram os pães, massas, biscoitos salgados e doces feitos com farinha de trigo refinada, doces com alta concentração de açúcar.  Prefira sempre, alimentos integrais e tubérculos, evite sempre açúcar refinado.

Assim também o consumo em excesso de proteínas, sejam elas vindas de suplementos ou da alimentação diária, podem levar ao aumento de peso. Muito cuidado no consumo de suplementos alimentares, eles devem entrar na dieta para complementar de forma equilibrada. Sempre levando em conta o gasto calórico de cada individuo. Vale lembrar que a prescrição de suplementos alimentares deve ser individualizada e feita por nutricionista.

As gorduras são mais calóricas que as proteínas e os carboidratos, logo o consumo deve ser menor. Saiba escolher as boas gorduras que fazem bem quando consumidas corretamente.

Gorduras monoinsaturadas de origem vegetal vindas de castanhas, coco e azeite são anti-inflamatórias, devem entrar na dieta diariamente na medida certa. Já as gorduras saturadas de origem animal devem ser consumidas minimamente, dentre essas uma gordura mais saudável é a banha de porco e a manteiga. Gorduras trans são as mais agressivas ao organismo, funcionam como plástico em veias e artérias, aqui entram todas as margarinas disponíveis no mercado, todas sem exceção.

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Já alguns alimentos industrializados e com baixa calorias, normalmente não trazem muitos nutrientes, entram nesse grupo alimentos light especialmente bebidas. Entretanto são lotados de adoçantes e corante, não valendo fazer uma troca por ter menos calorias. Muitas vezes há em engano em comer mais de determinado alimento por ele ser menos calórico.

frutas

Alimentos in natura como frutas e verduras, normalmente possuem baixa calorias e alta concentração de nutrientes, invista neles em todas as refeições.

Mais um vez lembro de que ler o rótulo dos alimentos é fundamental para fazer boas escolhas.  Assim como ter uma boa variação do cardápio, comer espaçadamente e em menor quantidade. A escolha dos alimentos deve ser feita por ingredientes e nutrientes.


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Fadiga, cansaço físico e sua alimentação

11 de dezembro de 2015
por Nutricionista Antonieta Cavalli 

Frequentemente ouço pessoas falando que estão cansadas sem disposição para atividades simples.

Foto Reprodução

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Entenda aqui de que forma sua alimentação contribui para isso.

A alimentação mudou como o mundo mudou, hoje a maior parte dos alimentos consumidos são industrializados, o que os torna pobres em nutrientes e ricos em conservantes, corantes e demais aditivos químicos que tem a função de melhorar cor e sabor. Os vegetais já não tem mais a mesma quantidade de vitaminas e minerais devido à escassez de minerais no solo, além é claro das altas concentrações de agrotóxicos utilizados nas plantações.

O corpo humano sente falta de tudo isso! E responde com fadiga. Quando o consumo de alimentos altamente processados é frequente, e com baixa concentração de vitaminas e minerais, há uma privação dos processos bioquímicos e fisiológicos. Entre eles a produção hormonal.

Um desequilíbrio hormonal leva a diminuição do metabolismo, desacelerando a perda de peso por exemplo, ou ainda levando ao acúmulo de gordura na região abdominal, diminuição da líbido (tanto pra homens como para mulheres), dificuldade para aumento de musculatura,  ou ainda em casos mais extremos ao câncer.

Quando não há vitaminas e minerais suficientes, diminui a produção de enzimas. Para que ocorra cada processo fisiológico, como digestão, absorção, produção de anticorpos, e produção de todas as células, é necessário enzimas. Muitas enzimas.

Na falta delas algo fica pela metade. E nessa ocasião ocorre uma diminuição do sistema imune que previne, evita e luta contra resfriados, gripes e infecções.

Alimentos refinados e açúcares são rapidamente absorvidos, sem esforço do organismo e com baixo gasto energético, isso diminui gradativamente o metabolismo. Aumentando o acumulo de gordura corporal. Quando esses alimentos entram em todas as refeições em todos os dias, torna um ciclo vicioso, habituando dessa forma o organismo trabalhar com uma baixa taxa metabólica.

O cansaço físico e mental pode ser evitado quando são adotados novos hábitos alimentares e novos alimentos mais nutritivos são incluídos na dieta.

Evite portanto as seguintes fontes alimentares:

  • Alimentos com farinha refinada (trigo)
  • Doces preparados com açúcar refinado
  • Refrigerantes
  • Biscoitos doces e salgados coloridos artificialmente
  • Adoçantes sintéticos (ciclamato de sódio, sacarina sódica, aspartame)
  • Sucos adoçados
  • Embutidos
  • Prefira:
  • Versões integrais
  • Menos trigo, mais raízes e tubérculos
  • Sucos naturais
  • Se precisar de adoçantes escolha entre: estévia, xylitol e sucralose
  • Use mel e açúcar mascavo para adoçar.
  • Leia sempre o rótulo, procure fazer suas escolhas baseado em bons ingredientes e nutrientes e não apenas em calorias.

Lembre-se, para melhorar sua disposição a combinação de uma boa alimentação é complementada com atividade física. 

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Vinagre de Maçã, porque usar?

13 de novembro de 2015

Usualmente ele é utilizado como tempero, mas especificamente o vinagre de maçã traz muitos outros benefícios, é um alimento fermentado e rico em enzimas digestivas, mantém o pH do estômago ácido o que melhora o processo digestivo evitando azia e refluxo estomacal.

Vinegar and Apples

Possui grande quantidade  de ácido acético, que tem como principal função  no organismo, a inibição de enzimas que digerem carboidratos, como, amilase, sacarase e maltase. Contribuindo desta forma para a diminuição na absorção de açúcares e amido. Ou seja, o ácido acético pode diminuir a absorção de excessos do consumo de carboidratos e contribuir desta forma para o emagrecimento.

Outra função do ácido acético é evitar picos de insulina, o que é ótimo para diabéticos, evitando o aumento de glicose no sangue.

Para esportistas, o ácido acético é ótimo na recuperação muscular pós treino, convertendo glicose em glicogênio para repor os estoques utilizados durante a atividade física.

O vinagre de maçã ainda possui catequina e quercetina, uma substância antioxidante capaz de reduzir inflamação.

Como consumir?

Como tempero para salada;

Ou antes da principais refeições, como almoço e jantar, diluia uma colher de sopa de vinagre em 50 ml de água ou sucos.

Fique atento a quantidade, não consuma mais que duas colheres de sopa ao dia.

Na hora da compra dê preferência para marcas orgânicas e que estejam em embalagem de vidro e que não passaram pelo processo de pasteurização.

É normal encontrar sedimentação de resíduos da fermentação no vinagre, não despreze, pois são as enzimas.

Bons motivos para incluir o vinagre de maçã em sua dieta!

Até semana que vem…

Antonieta Cavalli

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Alimentos funcionais: o que são? Quais são seus compostos? Quais benefícios proporcionam?

9 de novembro de 2015

Óleo de canola, couve, iogurte, maçã, mel, beterraba e melancia são alguns dos alimentos considerados funcionais

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A utilização de certos alimentos para reduzir o risco de adquirir ou desenvolver doenças é conhecida há muito tempo. Hipócrates já dizia, há cerca de 2500 anos: ”deixe o alimento ser teu remédio”.

O termo “alimentos funcionais” foi utilizado pela primeira vez no Japão, em meados da década de 80 do século XX, e se refere aos alimentos processados que contêm ingredientes que auxiliam em funções especificas do corpo, além de serem nutritivos. Denominados como Foshu, ou “Foods for Specified Health Use” (Alimentos Funcionais ou Nutracêuticos, na tradução para o português), eles apresentam um selo de aprovação do Ministério da Saúde e Bem-Estar do país oriental. Atualmente, esses produtos estão presentes em vários países, enquadrados em suas legislações específicas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina normas e procedimentos para registrar os alimentos funcionais no Brasil, de modo a proteger o consumidor. Para lançar um item no mercado com um registro de alimento com alegação de propriedades funcionais de saúde, o produto deve seguir a legislação do Ministério da Saúde e apresentar um relatório técnico-científico com muitas informações que comprovem os seus benefícios e a garantia de segurança para seu consumo. Segundo a Anvisa, alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos metabólicos ou fisiológicos através da atuação de um nutriente ou não nutriente no crescimento, desenvolvimento, manutenção e em outras funções normais do organismo humano.

Dentro da concepção de alimentos funcionais, que reduzem ou previnem os riscos de doenças crônicas não transmissíveis, é possível classificá-los em três tipos:

Alimentos com propriedades imunomodulatórias

Atuam modulando e ativando os componentes celulares e seus mediadores químicos, aumentando a efetividade do sistema imune contra diferentes antígenos, e evitam o aparecimento de patologia no organismo. Neste grupo se inserem os compostos químicos presentes em frutas, hortaliças e chás, como o beta-glucano e os compostos fenólicos (catequinas, flavonoides); além dos probióticos e prebióticos.

Alimentos com atividade antioxidante

Atuam nos sistemas biológicos, eliminando oxidantes (radicais livres) ou impedindo sua transformação em produtos mais tóxicos. Os principais nutrientes antioxidantes são as vitaminas E e A (beta-caroteno); a vitamina C; os oligoelementos como zinco, cobre, selênio e magnésio; além de componentes ativos como os terpenoides (carotenoides e o licopeno).

Alimentos com ácidos graxos poli-insaturado ômega 3 e ômega 6

São substâncias essenciais, umas vez que o organismo não pode sintetizá-los. O ômega 3 (alfa-linolênico) é o percursor dos ácidos eicosapentanóicos (EPA) e decosahexanoicos (DHA), que são integrantes das membranas celulares, e desempenham função no funcionamento da retina e desenvolvimento cerebral. O ômega 6 (linoléico) dá origem ao ácido araquidônico (AA), que é constituinte da membrana fosfolipídica e precursor de outros compostos importantes que intervêm na regulação da pressão sanguínea, frequência cardíaca, coagulação sanguínea, dilatação vascular e resposta imunológica (clique aqui e saiba mais sobre ômega 3, ômega 6 e ômega 9).

Compostos e alimentos em que estão presentes

Os alimentos funcionais apresentam em sua composição compostos bioativos capazes de atuarem como moduladores dos processos metabólicos, diminuindo o risco de surgimento de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, doenças cardiovasculares, mal de Alzheimer, mal de Parkinson, entre outras). A seguir, serão apresentados alguns compostos bioativos (exceto os probióticos, que são um suplemento alimentar microbiano vivo) conhecidos atualmente, seus benefícios à saúde e em quais alimentos costumam estar presentes.

Betacaroteno

O betacaroteno é um pigmento carotenóide antioxidante que diminui o risco de câncer e de doenças cardiovasculares, é uma das formas de se obter indiretamente a vitamina A. Presente em abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre e couve.

Licopeno

O licopeno é uma substância carotenóide antioxidante relacionada à diminuição do risco de câncer de próstata. Presente em tomate, melancia, beterraba e pimentão.

Fibras

As fibras são carboidratos polissacarídeos e estão dividas em duas categorias: fibras solúveis e insolúveis. As solúveis contribuem para a diminuição do nível de colesterol, prevenindo doenças cardiovasculares, atuam no combate à obesidade, pois a saciedade leva o individuo a uma menor ingestão de alimentos, propiciam o retardo na absorção de glicose e ainda protegem contra o câncer de intestino. Já as fibras insolúveis têm as seguintes funções: acelerar a velocidade do trânsito fecal, aumentar o bolo fecal, estimular o bom funcionamento intestinal, prevenir a constipação intestinal e o câncer colorretal. Presente em frutas, verduras e legumes em geral e cereais integrais – vale lembrar que o consumo de fibras deve ser seguido de grande consumo de água para que assim desempenhem as funções desejadas.

Flavonoides

Os flavonóides são compostos polifenólicos oxidantes (pigmentos) que diminuem os riscos de câncer e de doenças cardiovasculares; atualmente já foram identificados mais de oito mil flavonoides. Presentes em suco natural de uva, vinho tinto, cereja, maçã, groselha e hortaliças (clique aqui e saiba mais sobre os flavonoides).

Isoflavonas

As isoflavonas são substâncias denominadas de fitoestrógenos por apresentarem semelhança estrutural com o estrogênio, e estão relacionadas com a diminuição dos níveis de colesterol no sangue e do risco de doenças cardiovasculares. Presentes em grãos de soja, brotos de alfafa e sementes de linhaça.

Ácidos Graxos: ômega 3 (ω3)/ ácido linolênico e ômega 6 (ω6)/ Ácido linoléico

Os ácidos graxos estão relacionados com a redução de danos vasculares, evitando a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose); reduzindo o colesterol total e o LDL sanguíneo na substituição dos ácidos graxos saturados por poli-insaturados. Presentes em peixes, frutos do mar e óleo de canola, sementes oleaginosas, óleo de milho, girassol e soja.

Probióticos: bífidobacterias e lactobacilos

Probióticos são um tipo de suplemento alimentar microbiano vivo, que afeta de forma benéfica seu receptor. Eles favorecem as funções gastrointestinais, reduzindo o risco de constipação e câncer de cólon; ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microrganismos patogênicos. Presentes em iogurtes, leites fermentados e outros produtos lácteos fermentados.

Prebióticos: frutooligossacarídeos e inulina

Prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que beneficiam o hospedeiro por estimular seletivamente o crescimento e/ou a atividade de espécies bacterianas no cólon. São carboidratos (fibras alimentares) não digeríveis pelo nosso corpo, apresentando os mesmos benefícios à saúde que as fibras alimentares; além disso, possuem efeito bifidogênico (estimulo do crescimento das bifidobactérias – essas bactérias suprimem a atividade de outras bactérias que são putrefativas, que podem formar substâncias tóxicas). Presentes em vegetais como cebola, alho, tomate, banana, cevada, raiz de chicória, batata yacon, aveia, trigo, mel e cerveja.

Novos hábitos e cuidados com falsas promessas

Tem muita gente por aí que está mudando hábitos alimentares e deixando a vida sedentária. Praticar exercícios e consumir alimentos que proporcionem não apenas os nutrientes necessários para as funções biológicas básicas do nosso corpo, mas que também apresentem uma função especifica na funções fisiológicas do organismo humano, promovendo a saúde e o bem-estar, são ótimas atitudes.

Diante desse cenário, a indústria de alimentos vem investindo em novas tecnologias de processamento e em novos produtos, visando o desenvolvimento de alimentos mais saudáveis para atender aos consumidores mais exigentes e informados. Entretanto é necessário que a industria de alimentos esteja comprometida em garantir ao consumidor final a segurança desse alimento e a veracidade dos efeitos à saúde que o produto apresenta, ao produzir um alimento funcional.

É comum, hoje em dia, observamos nas embalagens de alimentos informações sobre adição de vitaminas e/ou funcionalidades que o produto apresenta, porém nem sempre isso pode caracterizar um benefício a mais a saúde humana. O consumidor deve sempre estar alerta; às vezes a adição de uma substância considerada benéfica pode se dar em quantidade muito pequena para realmente proporcionar benefícios, sendo necessária a ingestão de uma quantidade muito elevada do produto para se obter o benefício desejado.

Outro viés é a adição de antioxidantes “naturais” que auxiliam na conservação e aumento da vida de prateleira do produto. Isso é fruto de inovações tecnológicas para substituição de antioxidantes “químicos”, mas nem sempre esse antioxidantes “naturais” também apresentarão funções antioxidantes no organismo humano.

O mais indicado para que seja possível a ingestão dos compostos bioativos é manter uma alimentação variada rica em frutas e hortaliças, cereais, derivados de leite, produtos integrais, consumo de peixes e azeite de oliva ou outras fontes de óleo poli-insaturados. Sempre dê preferência aos alimentos frescos ou que tenham sofrido pouco processamento.

Lembre que é sempre recomendável consultar um nutricionista.

Fontes: A Ingestão de Alimentos Funcionais e sua Contribuição para a Diminuição de Incidência de Doenças; Solução para as Doenças?; Dicas em Saúde – Alimentos Funcionais; Flavonóides: Potencial Terapêutico no Estresse Oxidativo; Diferenciação de Produto e Inovação na Indústria Agroalimentar: A Inserção de Alimentos Funcionais no Brasil; Alimento Funcional: Uma Nova Abordagem Terapêutica das Dislipidemias como Prevenção de Doenças Aterosclerótica; O Consumo de Alimentos Funcionais – Atitudes e Comportamento; Nutracêuticos e seu Uso na Pediatria.

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Como saber se um alimento é integral?

18 de setembro de 2015

De acordo com a ANVISA, um alimento industrializado para ser considerado integral, deve ter em sua composição minimamente 50% de farinha integral. Entretanto, não existe uma lei específica que regulamente a quantidade de fibras por porção de determinado alimento.

Com esta brecha na legislação, muitas empresas usam de forma equivocada a rotulagem de alimento integral para um produto com baixo teor de fibras.

Foto Reprodução

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A variedade de alimentos integrais é imensa, vamos saber como fazer a escolha certa!

Um alimento integral é feito de farinhas e grãos que não passaram pelo processo de refino onde é retirado a sua parte externa rica em fibras, preservando assim o germe, o endosperma e o farelo.

Sempre saliento a importância em ler o rótulo, principalmente para conhecer os ingredientes que compõe aquele alimento, e saber o que de fato esta consumindo. Quanto menor a quantidade de ingredientes melhor o produto. Significa que este possui menos conservantes, corantes e demais aditivos químicos.

Os pães integrais são os que mais possuem variedades e rótulos chamativos, seguidos de biscoitos e massas. Fique atento, muitas vezes são pães feitos com farinha branca refinada e acrescidos de grãos, como girassol, gergelim, aveia entre outros. Este produto não é integral, as fibras são dos ingredientes acrescidos. Procure por pães, biscoitos e massas com 100% de farinha integral.

Vale lembrar que o primeiro item na lista de ingredientes, é o que possui maior concentração naquele produto. Prefira sempre o produto que tenha farinha integral em primeiro lugar.

Quando preservado as partes fibrosas dos grãos, o alimento torna-se mais nutritivo pelas suas vitaminas e minerais essenciais como, complexo B, ferro, cálcio e fósforo, além de manter seu teor de proteínas e fibras, que elevam seu poder de saciedade.

Os alimentos integrais contribuem para:

  • Um bom funcionamento intestinal.
  • Equilibram os níveis de glicemia sanguínea.
  • Diminuem o risco de diabetes e obesidade.
  • Aumentam a saciedade.

Para pessoas com restrição, intolerância, ou alergia, não é recomendado o consumo destes produtos mesmo que sejam integrais.

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Os 5 alimentos mais alergênicos

11 de setembro de 2015

A alergia alimentar é provocada pelas proteínas de alguns alimentos específicos.

No organismo ocorre uma reação exacerbada do sistema imunológico, quando este identifica uma proteína como algo prejudicial.

Ocorre então a liberação de histamina na intenção de combater o invasor, provocando vasodilatação, inchaço das pálpebras e lábios, coceira nos olhos, aumento da permeabilidade vascular e contração da musculatura lisa, podendo levar ao fechamento da glote. Outras reações tardias podem ser observadas, como erupção cutânea, rosácea, dor de estômago, diarreia, vômito, tosse e dificuldade de respirar.

Os alimentos que possuem maior poder alergênico são:

Leite de vaca e derivados , trigo, ovo, amendoim e castanhas, peixes e frutos do mar.

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Leite de vaca – diferente do leite de outros mamíferos, este é um dos alimentos que mais provoca alergia. Suas principais proteínas são caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. Quando introduzido em fórmulas infantis em substituição ao leite materno, essas proteínas provocam rinite alérgica, diarreia, coceira e descamação da pele. Quando a mãe nutriz consome esses alimentos, passa através do leite para seu bebe.

A proteína do leite de vaca não é compatível com as enzimas que o organismo humano possui. O consumo continuo de leite e derivados, pode aumentar os sintomas de sinusite, rinite e aumento na produção de muco no sistema respiratório.

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Trigo – As proteínas alergênicas do trigo são a omega-gliadina e o glúten, este é responsável pela maciez em produtos com trigo. O alto consumo de produtos contendo trigo e normalmente usando farinha refinada, expõe o organismo com frequência à estas proteínas alergênicas, desencadeando todo o processo alérgico, como diarreia, dores articulares, urticária, excesso de produção de muco tanto intestinal quanto nas vias respiratórias.

ovo

Ovo – A ovoalbumina é a proteína presente na clara do ovo que causa alergia principalmente em crianças, levando normalmente a dermatite atópica. Quando diagnosticada, é necessário a retirada total dos produtos industrializados que contenham ovo. Em adultos essa alergia é menos frequente.

656-01767013 Model Release: No Property Release: No Still life of soya beans

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Soja – A soja é um dos vegetais com maior concentração de proteínas, esta presente em boa parte dos produtos industrializados, a alergia à sua proteína é mais frequente em crianças. Por ter grande cultivo no Brasil e em sua maioria transgênico, a soja serve de alimento para os animais dos quais ingerimos a carne.  Mesmo que não apresente sintomas de alergia, o consumo de soja deve ser diminuído ou retirado totalmente da dieta das crianças.

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Amendoim e Castanhas – Oleaginosas de forma geral possuem grande concentração de proteínas alergênicas, é mais comum em adultos pode provocar graves reações como anafilaxia. é necessário atenção aos rótulos dos alimento industrializados, onde pode haver traços de castanhas.

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Peixes e Frutos do mar – Camarão, siri, caranguejo, lagosta, lula marisco e mexilhão, provocam alergia em crianças e adultos com reações severas como inchaço nos lábios, edema de glote, urticária e coceiras na pela. Em restaurantes é possível uma contaminação no óleo de frituras, quando este é utilizado para outras preparações peça informação sempre.

Algumas reações alérgicas possuem sintomas confusos, principalmente vindas do leite e do trigo, consulte seu nutricionista para averiguar melhor os sinais e sintomas e se necessário fazer a exclusão dos alimentos alergênicos.

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Nutrientes X Calorias, o que considerar?

4 de setembro de 2015

Todo alimento é formado por nutrientes e calorias, salvo a água pura que não possui calorias.

Nutrientes são subdivididos em macro nutrientes – proteínas, carboidratos e gorduras. E em micro nutrientes – vitaminas e minerais.

Existe uma preocupação exacerbada por algumas pessoas loucas por dieta, em controlar o consumo calórico. Procurando alimentos com baixas calorias para consumo, muitas vezes privando-se de alguns alimentos saudáveis, porém, para eles altamente calóricos.

Food Labels

O que deve ser considerado?

Um alimento com baixa caloria não significa alimento saudável. Infelizmente a indústria alimentícia cria produtos doces e viciantes à base de adoçantes com valor calórico baixíssimo. Isso é atrativo ao paladar “não educado” ou “paladar viciado” em doces, tornando o produto aceitável por boa parte da população.

Normalmente esses produtos possuem alta concentração de corantes e conservantes, além dos adoçantes sintéticos e derivados do petróleo. Com o consumo frequente esses agentes de sabor levam à uma toxicidade do organismo. Em crianças pode levar à hiperatividade, tornando-a uma criança altamente agitada e sem controle, com alta probabilidade em ser uma adulto obeso. Em adultos essas substâncias ficam depositadas no fígado, prejudicando seu correto funcionamento e levando à sintomas como: obesidade, falta de disposição física e cansaço.

Considere portanto sempre ler rótulos de alimentos processados. Procure por ingredientes e fuja um pouco da tabela de calorias. Na lista de ingredientes há uma regra sempre estabelecida, onde o primeiro ingrediente é o que possui maior concentração naquele produto, assim progressivamente.

O que observar nos ingredientes?

Tudo o que é refinado diminui a concentração de nutrientes (farinhas, açúcares, sal), prefira as versões integrais, possuem maior concentração de fibras e portanto promovem maior saciedade.

Chocolates que possuem maior concentração de cacau são mais saciáveis  possuem menor quantidade de açúcar. Primeiro ingrediente sempre deve ser cacau ou massa de cacau.   Achocolatados seguem a mesma linha, primeiro ingrediente deve ser cacau e não o açúcar.

Quando a lista de ingredientes for muito extensa e com nomes desconhecidos, significa que esse produto é uma produção química e deixou de ser um alimento na sua forma natural. Prefira alimentos que possuem ingredientes conhecidos, assim você saberá o que esta consumindo.

Óleo vegetal refinado, margarinas e gordura vegetal dão toque de maciez aos alimentos, e em nosso organismo contribuem para formar placas de gorduras nas artérias. Uma boa opção de troca são óleos vegetais prensados à frio como: óleo de coco, óleos de sementes em geral e azeite de oliva.

Bebidas industrializadas costumam gerar uma grande confusão. Sucos do tipo néctar possuem em primeiro lugar na sua lista, açúcar. Outros tipos de sucos prontos possuem somente o aroma da fruta junto com açúcar, além de corantes.

Toda bebida intitulada “zero” possui adoçante na composição, normalmente são adoçantes que estimulam o consumo. Isso é frequente em refrigerantes e chás prontos.

Tenha como hábito ler rótulos e saiba o que esta consumindo.

Alimentos com baixa calorias não promovem saciedade e não nutrem o organismo! Alimentos com bons ingredientes promovem saciedade e nutrem seu organismo!

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Trocas Saudáveis

14 de agosto de 2015

Fazer algumas trocas de alimentos no cardápio do dia a dia, beneficiam sua saúde e contribuem para a perda de peso ou ainda podem diminuir o risco de algumas doenças metabólicas.

A troca deve sempre levar em conta os alimentos que oferecem melhor perfil nutricional, em relação à macro nutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micro nutrientes (vitaminas e minerais). Fazendo boas escolhas em relação à estes principais componentes, as calorias não terão importância relevante, basta saber dosar a quantidade para sua dieta.

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Arroz branco por arroz integral ou arroz cateto integral – Todo cereal integral preserva na estrutura do grão as fibras, minerais e vitaminas, o que o torna um alimento completo, no entanto quando o mesmo alimento passa pelo processo de refino ou retirada total da fibra que recobre o grão, perde-se os principais nutrientes, além de alterar cor e sabor do alimento.

Margarina por manteiga ou óleos – Deixe de usar toda e qualquer margarina, ela é TRANSformada do estado líquido para o sólido, gerando assim uma gordura trans. Manteiga é mais saudável sim. Procure usar manteiga clarificada (manteiga ghee) ela é livre de lactose e proteínas. Uma boa opção são  óleos vegetais prensados à frio, como óleo de coco, azeite com ervas, óleo de abacate entre outros.

Refrigerantes e sucos néctar por água ou suco 100% fruta – Refrigerantes contribuem para aumento de peso, celulite e acidificam o organismo deixando-o suscetível à contrair doenças. Os sucos do tipo néctar possuem elevada concentração de açúcar e baixa concentração de fruta, portanto o melhor é o suco feito na hora com frutas frescas ou com polpas. Poucas marcas possuem suco integral feito apenas com a fruta, verifique o rótulo sempre.  Água de coco também é uma boa escolha. A melhor forma de hidratação ainda é água pura

Embutidos por peito de frango –  Os embutidos de forma geral são feitos de carnes mecanicamente recuperadas, com alta concentração de corantes, aromatizantes e glutamato de sódio. No organismo essa combinação pode provocar alergias, aumento de pressão arterial, retenção de líquidos, prejudicar a função renal e aumentar a celulite. A troca por peito de frango desfiado ou omelete de ovos é uma opção fácil e saudável.

Adoçantes sintéticos por adoçantes naturais – Adoçantes sintéticos são: ciclamato de sódio e sacarina sódica (derivados do petróleo), aspartame e acessulfame k. São os adoçantes mais prejudiciais à saúde e mais baratos, usados em grande escala pela indústria alimentícia principalmente em produtos diet, inclusive em sucos e chás de lata. Fique atento ao rótulo e ao sachê de adoçante oferecido junto com o café. Prefira stevia ou xylitol, dois bons adoçantes naturais. Sucralose é uma terceira opção.

Leite animal por “leites” vegetais – Há tempo não temos mais leite puro na caixa, a composição é bem diferente do leite natural. E mesmo sendo natural não é um alimento necessário ao homem adulto. Alergias ao leite são cada vez mais frequentes, assim como a intolerância a lactose. Isso pode levar à um quadro de diarreia, distensão abdominal entre outros tantos sintomas, como aumentar a frequência de gripes e resfriados. Prefira bebidas vegetais chamadas de leites, como: de arroz, aveia, de castanhas ou leite de coco. Todos podem ser utilizados puros ou em preparações.

A mudança dos hábitos alimentares começa aos poucos, o benefício é para sempre.

A alimentação pode levar à doenças ou pode promover a saúde, tudo depende do que você come.

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Alcachofra, porque faz bem?

7 de agosto de 2015

A alcachofra é uma flor exótica e um super alimento, com diversas funções benéficas ao organismo, incluindo a proteção hepática, diurética e auxiliar na redução do colesterol.

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Possui baixo valor calórico, é rica em vitaminas A, C e complexo B, em minerais, potássio, cálcio, ferro, iodo e fósforo, além de fibras.

O chá das folhas de alcachofra, tem ação protetora no fígado, possui sabor amargo devido à uma substância chamada cinarina, encontrada especificamente em suas folhas. A cinarina estimula a produção de sucos digestivos incluindo a bile, melhorando assim a digestão e toda a função hepática, inclusive na esteatose hepática por gorduras. A versão da alcachofra em cápsulas é classificada como medicamento fitoterápico, justamente para tratar problemas hepáticos.

O chá ainda é extremamente diurético, o que contribui para reduzir a retenção de líquidos, diminuindo inchaços.

Entre as fibras da alcachofra esta a inulina, uma fibra pré biótica, que auxilia no equilíbrio da microbiota intestinal, favorecendo a resistência do sistema imunológico, evitando gripes e resfriados recorrentes.

O consumo de alcachofra pode ser tanto por chá das folhas secas do caule, como pelo fundo fibroso e coração da alcachofra.

A alcachofra pode ser cozida inteira com as folhas no vapor e servida com molho, a parte do fundo fibroso pode ser refogado em azeite e o coração da alcachofra pode ser servido frio como salada.

Importante saber que a alcachofra enlatada possui uma grande concentração de sódio, se consumir desta forma despreze a água e não acrescente mais sal.

A versão in natura é encontrada em grandes supermercados e sacolões. Ao armazenar em geladeira, mantenha a mesma embrulhada em papel, para evitar a perda de umidade.

Deliciosa e elegante assim é a alcachofra!

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Uma caixinha cheia de surpresas deliciosas e saudáveis

6 de agosto de 2015

Essa semana eu tive o prazer de conhecer de pertinho e experimentar todas as delícias da Bluebox, resultado me apaixonei! A que recebi era a Edição Glúten & Lactose Free e continha seis produtos de babar, alguns eu já conhecia como o Fette Croccanti da Schär que amo e a Bananada Cremosa Flormel e os outros eu  me surpreendi pela qualidade e também pela variedade dos produtos.

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Para quem ainda não conhece, a Bluebox by tryoop! é um serviço de assinatura mensal que entrega na sua casa produtos relacionados ao bem-estar – alimentação saudável, cosmética natural, orgânicos, sustentáveis, funcionais, nutricosméticos e suplementos.

BlueBox_Maio cópia

Mara não acham? Imagina todo mês chegar na sua casa uma caixinha só com coisa boa para você experimentar e o melhor sempre com produtos relacionados ao bem estar?

Outra coisa que eu achei super bacana foi o preço, a assinatura mensal custa R$59,90 já com frete incluso.

E não posso deixar de destacar que a própria caixa é uma graça, toda personalizada, cheia de palavrinhas estimulantes, virei super fã mesmo!

Vocês já conheciam a Bluebox by troop!? Alguém já assina? Me conta…